sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Dar e receber, receber e doar...

Você já pensou que nada se perde e tudo se transforma? Pois bem, quando morrermos nosso corpo físico, caso seja enterrado, vai alimentar microrganismos, insetos e vermes. Não é uma cena muito bonita de ver ou imaginar, mas é a verdade. Assistindo ao filme 'Criação', que conta a história de Charles Darwin, há uma cena em que um pequeno animal morre, se decompõe com a ajuda desses seres do subterrâneo, vira adubo, gera plantinhas... e Darwin, ao ver como a natureza se organiza para 'transformar' o bicho morto em vida, chega à conclusão que tudo está interligado de forma natural.
Ok, então alimentarmos um monte de vermes é nosso destino.
Mas espere aí! você acha que, sendo banquete de vermes, caso você seja enterrado sem duas córneas, um coração, um fígado, dois rins, etc. o banquete será menor?
Pois é, preparando-se para o inevitável, é bom que você pense qual destino quer que seu corpo físico tenha.
Caso queira transformar o que você não vai usar mais, em utilidade para outros seres humanos, a doação de órgãos precisa ser autorizada por sua família. Mas será que quem cuidará do seu corpo vai decidir, respeitando a sua vontade? Há muitas pesquisas que indicam que a família, muitas vezes teme mutilar o morto. Sem autorização, nada seu poderá ser aproveitado.
O cartaz abaixo foi criação de estudantes de Publicidade da UFRB e aprovado pela Secretaria de Saúde da Bahia. E ele nos faz pensar na melhor transformação que nosso corpo pode ter quando o inevitável chegar: Você nasce, cresce, se reproduz, morre e DOA.


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