domingo, 30 de agosto de 2015

A festa da Mara

Hoje foi aniversário da Mara. Ela já teve algumas festinhas, mas tudo em família, nunca fora de casa. Pela primeira vez, a comemoração foi em um local onde ela chegou para receber seus convidados. E quase todos os que foram chamados, compareceram. Os que não puderam ir, se justificaram. E foi em um domingo pela manhã (logo, a Mara é muito querida).





Algumas pessoas fizeram pequenos depoimentos, todos lindos. Destaco o que meu irmão Marcelo fez. Sábias palavras.  A Mara agradeceu. Ela é sempre merecedora de homenagens.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

As muitas terapias

Ao longo da minha vida, tenho tido alguns breves momentos de iluminação, mas que procuro aproveitar e que resultam em uma pessoa mais voltada para meu espírito do que para meu físico.  Nasci de um pai espiritualista (lia sobre Budismo, Lhamaísmo, etc.) e que migrou para o Espiritismo. Muito embora ele não tenha frequentado Centros, ele tinha a coleção de Kardec  e nos deixava saber muito nas conversas familiares. Muito obrigada Aquilino Paiva Lins, pela iniciação espiritual precoce e rica.
Aos 13 anos, eu entrei em um grupo de teatro educação, onde relaxamento e trabalhos de visualização mental eram rotina. Sempre vou ser grata a Marilene de Melo Pitta por esta iniciação na meditação, na visualização de um estado mental mais tranquilo. Pratico meditação diariamente. De 2010 a 2016, pratiquei com Arthur, uma vez por semana, e ele sempre me deu um retorno muito positivo.
Mas nem sempre foi assim. A minha religiosidade ficou esquecida por um bom tempo. Como estudava em escola católica, eu acabava frequentando missas, mas nunca de forma emocionada, afetiva e efetiva.
Aos 24 anos eu assumi o espiritismo, com visitas regulares em Centros, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Dialogava com minha querida amiga Eliane e voltei a orar, meditar e tirar um tempinho na semana para relaxamento e mentalização.
Um presente de Zezé, grande amiga de minha mãe, foi capaz de me tirar de um inferno mental. Era um livrinho que carrego comigo até hoje: Os salmos da riqueza interior, de Raja Marausha. Zezé, católica, me deu um livro extremamente espiritualista, que prega ensinamentos de física quântica. Você é aquilo que você sente e pensa.
E seu eu interior comanda sua vida.

Como na internet se encontra tudo, lá vai o link para quem tiver curiosidade de conhecer a obra
Naquela época eu vivia o final de uma relação amorosa frustrada, que persistia por nove anos, na qual eu tinha colocado muita expectativa e vivia triste, sem sentido.
Então iniciei um processo de melhorar a auto-estima e a espiritualidade. Um olhar mais profundo para o meu eu interior foi fundamental.
O livrinho, pequeno, fácil de ler, é de uma profundidade enorme. Eu gravei os textos e passei a ouvi-los, meses seguidos. Foi a metodologia que encontrei para mentalizar os textos e deu super certo. Hoje, toda vez que estou deprimida, leio. E agradeço a Zezé, uma das muitas amadas que Deus colocou no meu caminho.
Voltei para a Bahia e frequentei centros de forma esporádica, até que em 2008, vivendo em Cruz das Almas,  intensifiquei meus estudos. Fiz ESDE (Estudos Sistematizados da Doutrina Espírita), nos tomos I e II da FEB.
Em 2011 e 2012 fiz  quatro semestres de psicodrama. Revelador. Foi um processo terapêutico maravilhoso. Meu muito obrigada a Walter Rozadilla.
Em 2013 iniciei terapia em consultório e venho intensificando minhas leituras sobre física quântica, estudos sobre vidas passadas e maior conhecimento da terapia do desdobramento do tempo. Em 2015 descobri a Projecciologia e os meus processos de catalepsia em algumas situações de desdobramento, se revelaram normais. Eu estava me descobrindo. Encontrando respostas.
Fiz o CIP I, curso de Conscienciologia e Projecciologia, durante 4 meses, assisto palestras da TV Complexis (agradeço muito à equipe física e aos amparadores que mantém este canal), para mim tem sido muito importante.

Enfim... não tenho receitas prontas. Sei o que tem sido interessante na minha caminhada. E sei que o caminho é longo e não finda.

sábado, 8 de agosto de 2015

Dois anos de escotismo

Eu gosto sempre de relatar experiências como mãe de menino, porque sei que muita gente que lê blogs na internet, gosta de histórias de verdade, de quem vivencia e sabe do que fala. Pois bem, há pouco mais de dois anos Arthur quis entrar no escotismo. Eu conhecia pouco sobre o assunto, mais do que eu via em filmes de sessão da tarde da época de adolescente, do que eu conhecia pela mídia ou por histórias de conhecidos. O que eu já tinha ouvido, na verdade, eram fofocas que passamos adiante sem conhecimento de causa. As mais estranhas eram sobre atividades desenvolvidas nesses grupos que não tinham propósito nos dias atuais e sobre pedofilia.
Pois bem, quando Arthur chegou com a novidade que um coleguinha estava no Grupo Escoteiros, eu fui conhecer, o pai também foi e não demorou ele estava integrado. Vimos um grupo composto por meninos e meninas, de famílias bem participativas, preocupadas com a formação de seus pequenos. E entre os adultos, os Chefes, muitos são pais daqueles que estão ali ou já tiveram seus filhos, em algum momento, integrado aos grupos.
Arthur já está no seu segundo grupo. O primeiro foi o do Mar, Luís Tarquínio, em Stella. E hoje ele está no Grupo Escoteiros do Colégio Antonio Vieira.
Meu filho sente um enorme prazer de participar dos eventos, dos acampamentos, das campanhas solidárias, das comemorações e de estar no dia a dia do seu grupo.

Ele ganhou mais autonomia, maior desenvoltura ao lidar com atividades de cozinha, ao ar livre, domina o uso de facas, fez curso de primeiros socorros...
Com seu grupo já visitou lugarejos muito interessantes, como reservas de mata, a chapada, vilarejos, onde eles aprendem técnicas de sobrevivência. Também participou de eventos internacionais via radiodifusão amadora.
Sinto que meu rapazinho está muito integrado e fico feliz. E este post é para falar aos pais que as vezes, participar de atividades assim, faz os nossos meninos despregarem dos eletrônicos. Foi o que aconteceu com os sábados de Arthur. Dia em que ele passa toda a tarde nos Escoteiros.