quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Eu e os remédios, até que a morte nos separe?

Fui ao médico. Passou tantos exames, normal... mas um deles me deixou em alerta: para saber se já fui picada por barbeiro. Fui atrás pra saber o que é doença de Chagas, de verdade, saber mais... o resultado do exame não saiu... então eu corro pra ficar informada. Ele disse que essa região do recôncavo é chegada. Eu já fui a fazendas, áreas de mata por aqui. Normal. Estamos investigando. Enquanto isso, passou um remédio para controlar a pressão. Minha dieta já está modificada faz tempo. Não entra nada salgado, não como frituras, sou chegada ao queijo branco, leite desnatado e nos legumes e verduras, não misturo carboidratos na minha alimentação... enfim, de olho na proximidade dos 40, tratei de manter o corpo com reeducação alimentar. O que agora me cabe direitinho como hipertensa.
Esse tal remedinho, que é diário, vai me acompanhar por quanto tempo? o médico não sabe. Nessa primeira consulta, depois de ver alguns exames que fiz no início do ano quando do check up pedido pela ginecologista, ele só disse: vais tomar pelos próximos 4 meses, quando faremos um Mapa (mapeamento cardíaco e da pressão).
Olha, confesso, ter como companhia diária um remédio não é do meu agrado. Nem quando usava anticoncepcional eu aturava isso, e mudei pra injeção a cada três meses, só pra não ter que lembrar da tal pílula de todo dia.
Mas enfim mesmo, cá estou eu, tentando relaxar, mudar meus hábitos com relação ao trabalho, procurando colocar as metas do dia ( e cumpri-las sem exagero), estabelecendo rotinas produtivas mais prazeirosas e não admito mais fazer tudo como se fosse pegar o bonde atrasado. Falando nisso, andei de bonde dentro de Salvador. No Plano Inclinado. E minhas terças corridas, indo pra aula do Doutorado (aluna especial, diga-se de passagem), sempre vão vir recheadas de prazer, nem que seja na sobremesa do almoço!!!

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