
Pequenina, um bebê de 15 dias, com traços leves do que me tornaria. Nas dedicatórias, com letra do meu estimado pai, uma lembrança de sua primeira filha para os avós queridos.

Depois, com menos de um ano, faceira, entre brinquedos. Senti saudade de um brinquedo que não foi guardado: a linda boneca que era quase do meu tamanho. Só restou mesmo a imagem no papel fotossensível.

Ou com meu irmão, JR, com os dentes amarelados de tanto remédio (eu tinha sérios problemas respiratórios e alérgicos).


Em seguida aos 4 anos, em pose de tímida, tão séria.
Depois, com um cabelo de praia, uma brasília amarela ao fundo e um corpo magérrimo, bem versão twiggy, de dar inveja!!!

Aproveitei para digitalizar sem recurso: foto da foto!
E fiquei refletindo sobre os álbuns virtuais de agora.
Está aqui, está publicado. Mas nada se compara a sensação de tocar o papel fotográfico, suporte tão em extinção.
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